Em um vídeo divulgado neste domingo na internet, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede a mobilização de internautas para ajudar a eleger sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT), "a primeira mulher presidente" do país.
No depoimento de pouco mais de um minuto, Lula fala que os internautas são responsáveis pela democratização da informação porque se tornaram formadores de opinião. A mensagem de Lula está disponível no site de Dilma e também no Twitter
domingo, 15 de agosto de 2010
FSA: Partidos políticos discutem América Latina
Partidos políticos do Brasil, de Cuba, da Venezuela e da Argentina discutiram a situação atual do continente, com seus pontos fortes e fracos, em uma oficina do quarto Fórum Social das Américas (FSA), que termina neste domingo (15).A importância do reforço da integração regional com desenvolvimento, da defesa dos projetos progressistas em curso, a denúncia dos planos militares do imperialismo e interferência dos Estados Unidos (EUA) foram discutidos. Participantes debateram também sobre o perigo iminente de guerra nuclear promovida pelos os EUA contra o Irã e suas consequências, além da contra-ofensiva regional por parte da direita e campanhas de mídia contra Cuba e a Venezuela. A fim de continuar a sensibilizar e mobilizar mais pessoas em todo o mundo para evitar a guerra atômica, foi distribuído aos participantes do painel a mensagem lida pelo líder da Revolução cubana, Fidel Castro, na Assembleia Nacional (Parlamento), que alerta para o perigo da guerra que a humanidade enfrenta. Contra a guerra atômica O representante do Partido Comunista de Cuba para este fórum, Hector Fraginals, insistiu em duas sérias ameaças que a humanidade enfrenta hoje: a guerra e, a outra, as alterações climáticas, como resultado do saque, da pilhagem de recursos naturais e da eliminação de gases poluentes na atmosfera. Em seu discurso, Fraginals disse que a convergência de todos esses fatores se projetada nas mudanças políticas, econômicas e sociais que vive a América Latina, com avanços e retrocessos na luta popular. Sobre o assunto, disse que a situação exige dos segmentos progressistas vontade de mudança, conscientização social, explicação e persuasão, a fim de consolidar as vias necessárias para as lutas do futuro. Fraginals destacou que, apesar de Cuba ser submetida ao bloqueio e a agressões, luta para alcançar uma nova sociedade, sob o princípio básico da solidariedade humana, e não no egoísmo e na ganância material.O seminário, chamado de "governos de esquerda e progressistas e a integração solidária da América Latina", foi composto por Valter Pomar, do Partido dos Trabalhadores do Brasil, Ana Elisa Osorio, do Partido Socialista Unificado da Venezuela, e Jorge Kreyness, do Partido Comunista da Argentina. Do Paraguai participou Hugo Ruiz, assessor internacional da Presidência da República.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Com 41%, Dilma aparece à frente de Serra pela primeira vez, aponta Datafolha
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente de seu principal adversário na corrida eleitoral, José Serra (PSDB), segundo o Datafolha.
De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta, a ex-ministra cresceu 5 pontos percentuais com relação à última pesquisa, realizada em julho, e agora tem 41% das intenções de voto.
Ao mesmo tempo, o tucano oscilou negativamente de 37% para 33%. Marina Silva (PV) manteve os 10% que havia registrado na sondagem anterior
De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta, a ex-ministra cresceu 5 pontos percentuais com relação à última pesquisa, realizada em julho, e agora tem 41% das intenções de voto.
Ao mesmo tempo, o tucano oscilou negativamente de 37% para 33%. Marina Silva (PV) manteve os 10% que havia registrado na sondagem anterior
Agenda de Campanha do Camarada Jorge Panzera
Camaradas,
Convidamos todos(as) para participarem da caminhada junto com o Candidato Jorge Panzera 6565 que se realizará:
Data:14/08/2010
Local:Praça do Relógio, Bairro: Comércio
Horário: A partir das 8 H
Sua presença é muito importante!
Vamos rumo a vitória!!!
Convidamos todos(as) para participarem da caminhada junto com o Candidato Jorge Panzera 6565 que se realizará:
Data:14/08/2010
Local:Praça do Relógio, Bairro: Comércio
Horário: A partir das 8 H
Sua presença é muito importante!
Vamos rumo a vitória!!!
TSE libera presidenciáveis para participar de propaganda eleitoral de mais de um candidato nos Estados
TSE libera presidenciáveis para participar de propaganda eleitoral de mais de um candidato nos Estados
Por unanimidade, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) liberaram na noite desta quinta–feira (12) a participação de presidenciáveis nas propagandas eleitorais de candidatos do seu partido em nível regional. Por exemplo, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, poderá participar da campanha veiculada nas rádios e na TV do candidato petista ao governo da Bahia, Jacques Wagner.
Na seqüência, a Corte decidiu por 4 a favor e 3 contra que os presidenciáveis possam também fazer parte das propagandas da candidatos de legendas coligadas. Com isso, Dilma, por exemplo, poderia aparecer também nas propagandas de Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB ao governo baiano, apesar de ser concorrente de Wagner. Isso porque o PMDB e o PT são coligados nacionalmente.
No entanto, o TSE não se pronunciou em casos como o do candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira. Gabeira é regionalmente coligado ao PSDB, que tem José Serra como candidato à Presidência, contudo só tem garantida a presença de Marina Silva, candidata do PV à Presidência, em sua campanha e não de Serra.
As decisões se referem à consulta feita pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO) ao tribunal. As propagandas eleitorais na TV e no rádio começam no dia 17 de agosto e seguem até 30 de setembro.
Por unanimidade, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) liberaram na noite desta quinta–feira (12) a participação de presidenciáveis nas propagandas eleitorais de candidatos do seu partido em nível regional. Por exemplo, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, poderá participar da campanha veiculada nas rádios e na TV do candidato petista ao governo da Bahia, Jacques Wagner.
Na seqüência, a Corte decidiu por 4 a favor e 3 contra que os presidenciáveis possam também fazer parte das propagandas da candidatos de legendas coligadas. Com isso, Dilma, por exemplo, poderia aparecer também nas propagandas de Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB ao governo baiano, apesar de ser concorrente de Wagner. Isso porque o PMDB e o PT são coligados nacionalmente.
No entanto, o TSE não se pronunciou em casos como o do candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira. Gabeira é regionalmente coligado ao PSDB, que tem José Serra como candidato à Presidência, contudo só tem garantida a presença de Marina Silva, candidata do PV à Presidência, em sua campanha e não de Serra.
As decisões se referem à consulta feita pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO) ao tribunal. As propagandas eleitorais na TV e no rádio começam no dia 17 de agosto e seguem até 30 de setembro.
Serviço Florestal Brasileiro firma contratos de áreas licitadas para manejo florestal no Pará
O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) firmou nesta quinta-feira (12) contratos de R$ 2,89 milhões por ano com duas empresas paraenses para promover o manejo na Floresta Nacional Saracá-Taquera, no oeste do Pará, em uma área de 48 mil hectares. A concessão é por 40 anos e os valores serão corrigidos anualmente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O diretor-geral do SFB, Antônio Carlos Hummel, afirmou que a assinatura de contratos dessa natureza “tem indicativo muito importante para a sociedade, pois o consumidor vai contar com madeira e outros produtos, extraídos de forma legal e de fonte autosustentável, propiciando desenvolvimento econômico para a região”.
O manejo florestal vai ser fiscalizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e vai usar a técnica de “retirar apenas o que a floresta pode produzir, gerando riqueza e conservação da biodiversidade”, segundo Hummel.
O material retirado da floresta será usado no mercado interno e também exportado, conforme a demanda, sendo uma parte em matéria-prima e outra em produtos acabados, como madeira, óleos e resinas.
A empresa Ebata Produtos Florestais vai pagar por ano o valor mínimo de R$ 1,798 milhão para manejar uma área de 30 mil hectares e a Golf Indústria e Comércio de Madeiras R$ 1,092 milhão para trabalhar numa área de 18,7 mil hectares.
Os recursos arrecadados com a concessão vão ser empregados na fiscalização, monitoramento e controle das áreas licitadas. Cerca de 30% será destinado ao Serviço Florestal e os 70% restantes divididos entre os aos municípios de Faro, Terra Santa e Oriximiná, para o Fundo de Desenvolvimento Florestal, e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. (Fonte: Lourenço Canuto/ Agência Brasil)
O diretor-geral do SFB, Antônio Carlos Hummel, afirmou que a assinatura de contratos dessa natureza “tem indicativo muito importante para a sociedade, pois o consumidor vai contar com madeira e outros produtos, extraídos de forma legal e de fonte autosustentável, propiciando desenvolvimento econômico para a região”.
O manejo florestal vai ser fiscalizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e vai usar a técnica de “retirar apenas o que a floresta pode produzir, gerando riqueza e conservação da biodiversidade”, segundo Hummel.
O material retirado da floresta será usado no mercado interno e também exportado, conforme a demanda, sendo uma parte em matéria-prima e outra em produtos acabados, como madeira, óleos e resinas.
A empresa Ebata Produtos Florestais vai pagar por ano o valor mínimo de R$ 1,798 milhão para manejar uma área de 30 mil hectares e a Golf Indústria e Comércio de Madeiras R$ 1,092 milhão para trabalhar numa área de 18,7 mil hectares.
Os recursos arrecadados com a concessão vão ser empregados na fiscalização, monitoramento e controle das áreas licitadas. Cerca de 30% será destinado ao Serviço Florestal e os 70% restantes divididos entre os aos municípios de Faro, Terra Santa e Oriximiná, para o Fundo de Desenvolvimento Florestal, e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. (Fonte: Lourenço Canuto/ Agência Brasil)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Jantar de Adesão do Camarada Jorge Panzera
Em clima de muito companheirismo e com a presença de militantes do PCdoB, de outros e da governadora Ana Júlia Carepa, o jantar de adesão do Companheiro Jorge Panzera foi um sucesso. Com certeza a contribuição de todos foi muito importante para que tenhamos um visual ainda maior da candidatura do Jorginho.
Jorge Panzera é o nosso candidato a deputado Federal e ele conta com você para chegarmos lá.
Jorge Panzera é o nosso candidato a deputado Federal e ele conta com você para chegarmos lá.
Como matar mosquitos ecologicamente
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.
O que nós precisamos é, basicamente:
200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (compra na loja de produtos naturais) e uma garrafa plástica de 2 litros
A seguir estão os passos a desenvolver:
1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:
2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar depois e despejar na metade de baixo da garrafa.
3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.
4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.
5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.
Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.
Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências.
O que nós precisamos é, basicamente:
200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (compra na loja de produtos naturais) e uma garrafa plástica de 2 litros
A seguir estão os passos a desenvolver:
1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:
2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar depois e despejar na metade de baixo da garrafa.
3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.
4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.
5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.
Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.
Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências.
Extração ilegal de madeira cai 75% no Pará
A retirada não autorizada de madeira no Pará – maior produtor madeireiro nacional – diminuiu 75% (278,2 mil hectares) entre agosto de 2008 e julho de 2009, em comparação com o ano anterior.
Apesar da redução, a maior parte da madeira ainda tem origem ilegal: 94,4 mil hectares, o equivalente a 73% da extração.
O resultado faz parte do boletim Transparência Manejo Florestal do Pará, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).
O coordenador do estudo, André Monteiro, disse que a redução já era esperada, devido ao aumento da fiscalização e à preocupação das empresas.
“As madeireiras estão mais preocupadas com as regras da atividade. Como não havia monitoramento, elas agiam livremente”, afirmou o coordenador.
Estradas – Segundo o relatório, as derrubadas ilegais aconteceram em todas as regiões, mas foram mais concentradas em áreas próximas a estradas, devido à facilidade de escoamento.
Para chegar ao raio-X da extração de madeira, o Imazon usou seu próprio programa de análise de imagens de satélite, cruzando os dados com os de controle florestal da Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará).
O excesso de nuvens em algumas imagens impediu que todo o Estado fosse avaliado. Alguma áreas consideradas críticas no ano passado escaparam.
Assim, o Imazon diz que os números da extração podem estar subestimados. O secretário estadual de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, disse que ainda não examinou o boletim e preferiu não se manifestar. (Fonte: Giuliana Miranda/ Folha.com)
Apesar da redução, a maior parte da madeira ainda tem origem ilegal: 94,4 mil hectares, o equivalente a 73% da extração.
O resultado faz parte do boletim Transparência Manejo Florestal do Pará, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).
O coordenador do estudo, André Monteiro, disse que a redução já era esperada, devido ao aumento da fiscalização e à preocupação das empresas.
“As madeireiras estão mais preocupadas com as regras da atividade. Como não havia monitoramento, elas agiam livremente”, afirmou o coordenador.
Estradas – Segundo o relatório, as derrubadas ilegais aconteceram em todas as regiões, mas foram mais concentradas em áreas próximas a estradas, devido à facilidade de escoamento.
Para chegar ao raio-X da extração de madeira, o Imazon usou seu próprio programa de análise de imagens de satélite, cruzando os dados com os de controle florestal da Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará).
O excesso de nuvens em algumas imagens impediu que todo o Estado fosse avaliado. Alguma áreas consideradas críticas no ano passado escaparam.
Assim, o Imazon diz que os números da extração podem estar subestimados. O secretário estadual de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, disse que ainda não examinou o boletim e preferiu não se manifestar. (Fonte: Giuliana Miranda/ Folha.com)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Alcione apoia Dilma. Maitê Proença apela para o machismo contra Dilma
Está aberta a temporada de polêmicos depoimentos eleitorais de personalidades. A atriz Maitê Proença, que declara simpatia a Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB), já declarou que talvez a discriminação contra as mulheres "venha a calhar nesse momento de eleições" para salvar o país de Dilma Rousseff.
Maitê foi uma das que estavam presentes em recente encontro de Serra com artistas no Rio de Janeiro.
"A mulher ainda é tratada como escrava na África, Ásia, países árabes, na maior parte do planeta. Só no ocidente houve progressos, muitos, mas ainda há discriminação. Quem sabe a própria venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma?", disse a atriz, em entrevista ao "Estado de S.Paulo" nesta segunda (9), ao ser perguntada se "o feminismo já era ou a mulher ainda precisa lutar contra as discriminações da sociedade?".
Alcione apoia Dilma e valoriza a mulher
"Precisamos acabar com esse preconceito contra a mulher, as mulheres hoje podem tudo, e nós precisamos de uma mulher no poder", disse Alcione, também tocando em tema precioso à campanha petista.
Maitê foi uma das que estavam presentes em recente encontro de Serra com artistas no Rio de Janeiro.
"A mulher ainda é tratada como escrava na África, Ásia, países árabes, na maior parte do planeta. Só no ocidente houve progressos, muitos, mas ainda há discriminação. Quem sabe a própria venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma?", disse a atriz, em entrevista ao "Estado de S.Paulo" nesta segunda (9), ao ser perguntada se "o feminismo já era ou a mulher ainda precisa lutar contra as discriminações da sociedade?".
Alcione apoia Dilma e valoriza a mulher
"Precisamos acabar com esse preconceito contra a mulher, as mulheres hoje podem tudo, e nós precisamos de uma mulher no poder", disse Alcione, também tocando em tema precioso à campanha petista.
No Jornal Nacional, Dilma mostra por que foi escolhida por Lula
A candidata Dilma Rousseff estreou nesta segunda-feira (9) a rodada de entrevistas com os principais candidatos presidencias na bancada do principal telejornal da Globo, o Jornal Nacional, e se saiu muito bem. Confiante, elegante e bem treinada para dialogar com as câmeras e os entrevistadores, nem parecia a nervosa Dilma do debate na Bandeirantes.
Em recente entrevista à revista IstoÉ, o presidente Luis Inácio Lula da Silva disse que quando conheceu Dilma percebeu que estava diante de um "animal político não trabalhado". Era um elogio. Hoje, após ver a performance da ministra na entrevista do Jornal Nacional, Lula certamente deve estar convencido de que agora está diante de uma "fera política trabalhada" e preparada para encarar o desafio de disputar e vencer a corrida presidencial.
O casal global Willian Bonner e Fátima Bernardes, no papel de entrevistadores, passaram menos segurança do que a entrevistada. Bonner chegou a ser grosseiro com Dilma em alguns momentos. Mesmo assim, a ex-ministra não perdeu a tranquilidade, nem deixou-se pegar em eventuais saias justas como a que Bonner tentou criar ao citar o apoio de "aliados incômodos" como Collor, Renan Calheiros e Jader Barbalho à candidatura petista.
A repercussão mais imediata da entrevista ocorreu no Twitter, onde ficou clara a percepção de que a ex-ministra foi bem e que a nota negativa ficou para o casal de entrevistadores. "Willian, Fátima, deixem a mulher responder e melhorem o nível das perguntas"; "O que foi essa entrevista da Dilma? Sério que a Globo não tem ninguém mais preparado que o casal Bonner pra fazer uma entrevista?"; "O q foi esse ataque à Dilma no JN? Bonner não deixava ela falar nada. Fora q não teve uma pergunta de verdade, só acusações.", foram algumas das postagens feitas por internautas logo após a entrevista. Até o blogueiro Ricardo Noblat, alinhado com a oposição, teve que reconhecer: "Dilma não foi mal" disse, e depois explicou: "Foram 8 perguntas. Dilma enrolou ao responder a 5. Mas fez isso com talento. Dominou a cena. Pareceu + à vontade q os entrevistadores". (Por Cláudio Gonzalez)
Em recente entrevista à revista IstoÉ, o presidente Luis Inácio Lula da Silva disse que quando conheceu Dilma percebeu que estava diante de um "animal político não trabalhado". Era um elogio. Hoje, após ver a performance da ministra na entrevista do Jornal Nacional, Lula certamente deve estar convencido de que agora está diante de uma "fera política trabalhada" e preparada para encarar o desafio de disputar e vencer a corrida presidencial.
O casal global Willian Bonner e Fátima Bernardes, no papel de entrevistadores, passaram menos segurança do que a entrevistada. Bonner chegou a ser grosseiro com Dilma em alguns momentos. Mesmo assim, a ex-ministra não perdeu a tranquilidade, nem deixou-se pegar em eventuais saias justas como a que Bonner tentou criar ao citar o apoio de "aliados incômodos" como Collor, Renan Calheiros e Jader Barbalho à candidatura petista.
A repercussão mais imediata da entrevista ocorreu no Twitter, onde ficou clara a percepção de que a ex-ministra foi bem e que a nota negativa ficou para o casal de entrevistadores. "Willian, Fátima, deixem a mulher responder e melhorem o nível das perguntas"; "O que foi essa entrevista da Dilma? Sério que a Globo não tem ninguém mais preparado que o casal Bonner pra fazer uma entrevista?"; "O q foi esse ataque à Dilma no JN? Bonner não deixava ela falar nada. Fora q não teve uma pergunta de verdade, só acusações.", foram algumas das postagens feitas por internautas logo após a entrevista. Até o blogueiro Ricardo Noblat, alinhado com a oposição, teve que reconhecer: "Dilma não foi mal" disse, e depois explicou: "Foram 8 perguntas. Dilma enrolou ao responder a 5. Mas fez isso com talento. Dominou a cena. Pareceu + à vontade q os entrevistadores". (Por Cláudio Gonzalez)
Pescador captura tambaqui gigante no Amazonas
Um pescador de uma comunidade ribeirinha de Maraã, no norte do Amazonas, capturou um peixe tambaqui gigante: 1,15 m de comprimento e 44 kg – normalmente a espécie tem entre 15 e 25 kg.
Devido ao tamanho do exemplar, a prefeitura da cidade doou o tambaqui ao Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia).
O tambaqui (Colossoma macropom) é um peixe nobre da bacia amazônica. Segundo maior peixe de escamas do Brasil – só perde para o pirarucu -, se alimenta de frutos, folhas e caules. Sua pesca é controlada, mas a espécie não está em extinção.
A doutora em ecologia Sidinéia Amadio, que trabalha no Inpa há 28 anos, disse que nunca tinha visto um tambaqui de 44 kg. “Pelos registros que nós temos no Inpa, esse é o maior, é uma raridade”, disse.
Pelo tamanho do peixe, a pesquisadora acredita que o tambaqui gigante tenha entre 12 e 15 anos de idade. “Ele deu muita sorte de não ter sido pescado antes”, afirmou.
Amadio afirmou que o peixe será preservado com formol para fins de pesquisas educacionais. Em no máximo três meses, o público poderá ver o tambaqui gigante na exposição da coleção de peixes do Inpa.
Pescador – A reportagem não localizou Nilton Firmino, 40, que pescou o tambaqui. Ele mora em uma comunidade isolada do rio Auti-Paraná (630 km de Manaus). Ele vendeu o tambaqui na feira da cidade por R$ 600 ao comerciante João Kennedy Mesquita.
O comerciante disse à reportagem, por telefone, que Firmino pescou o tambaqui no final de julho, no lago Anarucu, que deságua no rio Auti-Paraná, subafluente do Japurá, região de Solimões.
“Ele [Firmino] viu um bicho se debatendo e não conseguiu puxar [o peixe] com o anzol. Foi em casa e pegou um arpão, pensando que era um peixe-boi. Quando tirou da água viu que era um tambaqui”, afirmou Mesquita.
O comerciante disse que vendeu o tambaqui ao prefeito de Maraã, Dilmar Santos Ávila (PTB), por R$ 1.000. O prefeito fretou um avião para transportar o animal para o Inpa, em Manaus, em seis horas de viagem. “É uma coisa inédita, que não podia ser consumida para o bem da ciência”, disse. (Fonte: Kátia Brasil/ Folha.com)
Devido ao tamanho do exemplar, a prefeitura da cidade doou o tambaqui ao Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia).
O tambaqui (Colossoma macropom) é um peixe nobre da bacia amazônica. Segundo maior peixe de escamas do Brasil – só perde para o pirarucu -, se alimenta de frutos, folhas e caules. Sua pesca é controlada, mas a espécie não está em extinção.
A doutora em ecologia Sidinéia Amadio, que trabalha no Inpa há 28 anos, disse que nunca tinha visto um tambaqui de 44 kg. “Pelos registros que nós temos no Inpa, esse é o maior, é uma raridade”, disse.
Pelo tamanho do peixe, a pesquisadora acredita que o tambaqui gigante tenha entre 12 e 15 anos de idade. “Ele deu muita sorte de não ter sido pescado antes”, afirmou.
Amadio afirmou que o peixe será preservado com formol para fins de pesquisas educacionais. Em no máximo três meses, o público poderá ver o tambaqui gigante na exposição da coleção de peixes do Inpa.
Pescador – A reportagem não localizou Nilton Firmino, 40, que pescou o tambaqui. Ele mora em uma comunidade isolada do rio Auti-Paraná (630 km de Manaus). Ele vendeu o tambaqui na feira da cidade por R$ 600 ao comerciante João Kennedy Mesquita.
O comerciante disse à reportagem, por telefone, que Firmino pescou o tambaqui no final de julho, no lago Anarucu, que deságua no rio Auti-Paraná, subafluente do Japurá, região de Solimões.
“Ele [Firmino] viu um bicho se debatendo e não conseguiu puxar [o peixe] com o anzol. Foi em casa e pegou um arpão, pensando que era um peixe-boi. Quando tirou da água viu que era um tambaqui”, afirmou Mesquita.
O comerciante disse que vendeu o tambaqui ao prefeito de Maraã, Dilmar Santos Ávila (PTB), por R$ 1.000. O prefeito fretou um avião para transportar o animal para o Inpa, em Manaus, em seis horas de viagem. “É uma coisa inédita, que não podia ser consumida para o bem da ciência”, disse. (Fonte: Kátia Brasil/ Folha.com)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Grupo de Estudos em Educação em Direitos Humanos (GEEDH), do Instituto de Ciências da Educação (ICED) da Universidade Federal do Pará
Dentre uma série de outros dados, conforme uma simulação da taxa de conclusão de cursos de graduação, a partir da Plataforma de Integração de Dados das Instituições de Ensino Superior (PingIfes/2005), a média nacional era de, aproximadamente, 63%, mantendo o índice do século passado praticamente intocável. No caso da UFPA, essa taxa é superior, 70,71%, uma vez que a quantidade de ingressantes é de 5.811 estudantes/ano e de concluintes, 4.109 estudantes/ano, o que garante à Instituição paraense a 15ª colocação no ranking das 50 Ifes brasileiras. Em relação ao número de ingressantes, a Universidade ficava em 3º lugar e, quanto ao número de concluintes, era a que mais graduava no País. (fonte:Jornal "Beira Rio" da UFPA)
Região da Usina de Belo Monte terá plano de desenvolvimento sustentável
A região de integração do Xingu, que abrange dez municípios do Pará onde será construída a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, terá um plano de desenvolvimento sustentável, que vai incluir ações na área de regularização fundiária, licenciamento ambiental, capacitação da população local, ampliação de escolas e universidades públicas, universalização do acesso à energia elétrica e melhoria dos transportes rodoviário e hidroviário.
O objetivo do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu é preparar a região para os grandes impactos das obras de infraestrutura que estão sendo feitas, especialmente da Usina de Belo Monte. “É um conjunto de políticas públicas para dar conta do crescimento populacional que a região vai ter”, explica o subchefe adjunto de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, Johaness Eck.
O documento está sendo finalizado em uma parceria entre cerca de 40 órgãos governamentais, incluindo o governo federal, o governo do Pará e prefeituras do estado. A versão final tem que ser apresentada até o dia 31 deste mês ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Esta semana, um seminário realizado em Altamira (PA) debateu as questões que devem ser priorizadas no plano, como a pavimentação da Rodovia Transamazônica e a aceleração do processo de regularização fundiária na região.
A BR-230, conhecida como Transamazônica, é a principal rodovia que liga a localidade ao resto do país, mas apresenta trechos em condições precárias. O plano aponta que a falta de regularização da propriedade de terra e a necessidade de maior presença institucional estão entre os principais problemas que vêm contribuindo para o acirramento de conflitos na região.
Os participantes do seminário também debateram o fortalecimento da cadeia produtiva dos municípios, especialmente na produção de cacau, na pecuária de leite e corte, no extrativismo de madeira, na pesca, aquicultura, nos serviços e no turismo. “Os primeiros e mais beneficiados de uma grande intervenção pública devem ser as pessoas que moram na região. Se a região não produzir alimentos e insumos, eles virão de fora”, argumenta Eck.
A elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável está prevista no edital de leilão do empreendimento, que determina que as empresas responsáveis pela obra invistam R$ 500 milhões no estudo. O total de investimento previsto para a construção da usina é de R$ 19 bilhões.
Segundo Eck, Belo Monte será a primeira usina que terá um plano de desenvolvimento sustentável para mitigar os impactos sociais e ambientais do empreendimento na região. “Pela primeira vez, em um leilão para a construção de uma usina, além das obrigações que o empreendedor terá com a questão ambiental, foi determinado que ele invista em ações de desenvolvimento regional, e ele vai investir nas ações que estão contidas no plano”, explica.
O plano é dividido em cinco eixos temáticos: ordenamento territorial, regularização fundiária e gestão ambiental; infraestrutura para o desenvolvimento; fomento às atividades produtivas sustentáveis; inclusão social e cidadania e modelo de gestão.
A área total de abrangência do plano é de 250,7 mil quilômetros quadrados, ou 20% do estado do Pará, onde moram 293 mil pessoas. A área do plano é composta pelos municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu.(Fonte: Agência Brasil)
O objetivo do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu é preparar a região para os grandes impactos das obras de infraestrutura que estão sendo feitas, especialmente da Usina de Belo Monte. “É um conjunto de políticas públicas para dar conta do crescimento populacional que a região vai ter”, explica o subchefe adjunto de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, Johaness Eck.
O documento está sendo finalizado em uma parceria entre cerca de 40 órgãos governamentais, incluindo o governo federal, o governo do Pará e prefeituras do estado. A versão final tem que ser apresentada até o dia 31 deste mês ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Esta semana, um seminário realizado em Altamira (PA) debateu as questões que devem ser priorizadas no plano, como a pavimentação da Rodovia Transamazônica e a aceleração do processo de regularização fundiária na região.
A BR-230, conhecida como Transamazônica, é a principal rodovia que liga a localidade ao resto do país, mas apresenta trechos em condições precárias. O plano aponta que a falta de regularização da propriedade de terra e a necessidade de maior presença institucional estão entre os principais problemas que vêm contribuindo para o acirramento de conflitos na região.
Os participantes do seminário também debateram o fortalecimento da cadeia produtiva dos municípios, especialmente na produção de cacau, na pecuária de leite e corte, no extrativismo de madeira, na pesca, aquicultura, nos serviços e no turismo. “Os primeiros e mais beneficiados de uma grande intervenção pública devem ser as pessoas que moram na região. Se a região não produzir alimentos e insumos, eles virão de fora”, argumenta Eck.
A elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável está prevista no edital de leilão do empreendimento, que determina que as empresas responsáveis pela obra invistam R$ 500 milhões no estudo. O total de investimento previsto para a construção da usina é de R$ 19 bilhões.
Segundo Eck, Belo Monte será a primeira usina que terá um plano de desenvolvimento sustentável para mitigar os impactos sociais e ambientais do empreendimento na região. “Pela primeira vez, em um leilão para a construção de uma usina, além das obrigações que o empreendedor terá com a questão ambiental, foi determinado que ele invista em ações de desenvolvimento regional, e ele vai investir nas ações que estão contidas no plano”, explica.
O plano é dividido em cinco eixos temáticos: ordenamento territorial, regularização fundiária e gestão ambiental; infraestrutura para o desenvolvimento; fomento às atividades produtivas sustentáveis; inclusão social e cidadania e modelo de gestão.
A área total de abrangência do plano é de 250,7 mil quilômetros quadrados, ou 20% do estado do Pará, onde moram 293 mil pessoas. A área do plano é composta pelos municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu.(Fonte: Agência Brasil)
Centrais sindicais promovem encontro de mulheres com Dilma
Para destacar a importância da participação das sindicalistas na campanha eleitoral, as centrais sindicais brasileiras (CTB, CGTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT) realizarão, no próximo dia 17, em São Paulo, um encontro das mulheres trabalhadoras com a candidata à Presidência da República Dilma Rousseff. De acordo com a Secretaria de Mulheres da CTB, “defender a continuidade do projeto em curso é um imenso desafio e eleger Dilma será uma vitória”.Segundo nota divulgada pela Secretaria de Mulheres da CTB, a Central “tem a convicção de que a emancipação feminina só poderá acontecer quando a classe trabalhadora se libertar do capitalismo. E que mudanças profundas só serão efetivas em outro tipo de sociedade: justa e igualitária – socialista”. A entidade enumera as conquistas recentes das mulheres como a ampliação da licença maternidade, proibição a discriminação sexual no trabalho, a Lei Maria da Penha contra a violência domestica, a reforma do código civil e o direito da mulher à posse da terra, dentre outras, mas destaca que ainda há muito pelo que lutar.No encontro com Dilma Roussef, as sindicalistas manifestar o apoio à sua candidatura, ressaltando que a melhor resposta para a complexidade do momento político brasileiro é a defesa de um projeto de nação com desenvolvimento econômico, democrático e social com valorização do trabalho, emprego, geração de renda e a defesa dos direitos da classe trabalhadora, com a participação da sociedade no controle as diversas esferas econômicas e sociais. E destaca que identifica na candidatura e no projeto de governo de Dilma características que avançam nesse sentido.
Desmatamento na Amazônia cai 49% em quase um ano, diz ministério
O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta segunda-feira (9) que, entre agosto de 2009 e junho de 2010, houve uma redução de 49% no desmatamento no bioma amazônico, na comparação com o mesmo período entre 2008 e 2009. Enquanto o balanço atual indica que foram desmatados 1.808,55 quilômetros quadrados (km²), no penúltimo levantamento o desmatamento atingiu 3.536,68 km².
Os dados são do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema utilizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para medir o desmatamento. Dos Estados que compõem a região Amazônica, o Pará foi o que teve o maior desmatamento em junho, com 160,6 km². Camila Campanerut - Em Brasília
Os dados são do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema utilizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para medir o desmatamento. Dos Estados que compõem a região Amazônica, o Pará foi o que teve o maior desmatamento em junho, com 160,6 km². Camila Campanerut - Em Brasília
Marina X Plínio : Estratégia para conseguir mídia
Este debate de palavras travado entre Plínio do PSOL e Marina do PV, faz parte do jogo, ambos podem estar defendendo pontos de vistas de seus partidos, mas a partir de que se cria um fato político em cima disto, eles conseguem mídia que não conseguiriam em circusntâncias normais.
Parabens à campanha de Plínio e de Marina.
Parabens à campanha de Plínio e de Marina.
Coadjuvantes, Marina e Plínio protagonizam embate paralelo
Candidatos coadjuvantes na corrida presidencial, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) tornaram-se protagonistas em uma disputa paralela e roubaram a cena desde o debate da TV Bandeirantes, na última quinta-feira.
A polarização inusitada opõe dois ex-petistas históricos que entraram na disputa como representantes da esquerda. O socialista Plínio, mais à esquerda que os candidatos principais, e a ambientalista Marina, com um discurso mais ambíguo.
O capítulo mais recente dessa subtrama eleitoral ocorreu ontem em Fortaleza, onde a senadora Marina, embora tenha dado sinais de querer interromper o imbróglio, acabou não perdendo a oportunidade de alfinetar o adversário repentino.
Ao ser questionada sobre o rótulo de "ecocapitalista" dado por Plínio no debate da Band, Marina disse que não iria "rotular" ninguém. Mas a senadora acrescentou: "Cada um vê nos outros aquilo que tem dentro de si".
Marina ainda deu outros sinais de que pretendia adotar um discurso conciliador. Disse que, se eleita, pretende governar com os "melhores", independentemente de partidos políticos.
"Chega dessa história de que quem é situação não dialoga com a oposição, e a oposição fazendo oposição pela oposição, como pudemos ver no debate da Bandeirantes", afirmou a senadora.
No sábado, porém, Alfredo Sirkis, presidente estadual do PV no Rio, fora mais duro com o candidato do PSOL: "Ele [Plínio] é um burguês quatrocentão que mora em um apartamento de R$ 1 milhão falando de uma menina pobre, nascida na floresta, que se alfabetizou aos 16 anos e passou fome".
Plínio respondeu em nota ontem, afirmando que mora em uma casa alugada e que, com a afirmação de Sirkis, "a tropa de choque do PV parte para a baixaria".
Com a exposição, Plínio só tem a ganhar. No Datafolha publicado dia 24/7, aparecia com 1% de intenção de voto. Marina tinha 10%
Fonte: Folha On line
A polarização inusitada opõe dois ex-petistas históricos que entraram na disputa como representantes da esquerda. O socialista Plínio, mais à esquerda que os candidatos principais, e a ambientalista Marina, com um discurso mais ambíguo.
O capítulo mais recente dessa subtrama eleitoral ocorreu ontem em Fortaleza, onde a senadora Marina, embora tenha dado sinais de querer interromper o imbróglio, acabou não perdendo a oportunidade de alfinetar o adversário repentino.
Ao ser questionada sobre o rótulo de "ecocapitalista" dado por Plínio no debate da Band, Marina disse que não iria "rotular" ninguém. Mas a senadora acrescentou: "Cada um vê nos outros aquilo que tem dentro de si".
Marina ainda deu outros sinais de que pretendia adotar um discurso conciliador. Disse que, se eleita, pretende governar com os "melhores", independentemente de partidos políticos.
"Chega dessa história de que quem é situação não dialoga com a oposição, e a oposição fazendo oposição pela oposição, como pudemos ver no debate da Bandeirantes", afirmou a senadora.
No sábado, porém, Alfredo Sirkis, presidente estadual do PV no Rio, fora mais duro com o candidato do PSOL: "Ele [Plínio] é um burguês quatrocentão que mora em um apartamento de R$ 1 milhão falando de uma menina pobre, nascida na floresta, que se alfabetizou aos 16 anos e passou fome".
Plínio respondeu em nota ontem, afirmando que mora em uma casa alugada e que, com a afirmação de Sirkis, "a tropa de choque do PV parte para a baixaria".
Com a exposição, Plínio só tem a ganhar. No Datafolha publicado dia 24/7, aparecia com 1% de intenção de voto. Marina tinha 10%
Fonte: Folha On line
Colômbia elogia gestão de Lula em conflito com Venezuela
Portal Terra
O embaixador colombiano em Buenos Aires, Álvaro García Jiménez, disse neste domingo que a intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "foi fundamental" em busca de uma solução ao conflito entre a Colômbia e a Venezuela.
Jiménez disse à emissora Rádio 10 de Buenos Aires que Lula "foi fundamental e serviu como ponte para resolver as diferenças" entre Colômbia e Venezuela, e destacou que o secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, fez, por sua vez, "um trabalho sério e silencioso, com muito bom ânimo, foi entusiasta e criativo" para aproximar as partes.
A crise entre Bogotá e Caracas teve origem no dia 22 de julho, quando o representante colombiano na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, disse que a Venezuela dava refúgio a líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em seu território.
Depois disso, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, rompeu relações diplomáticas com Bogotá.
Tanto Kirchner quanto Lula mantiveram uma reunião com o presidente venezuelano em Caracas, antes de assistir no sábado à posse de Juan Manuel Santos como novo presidente colombiano.
"Chávez escutou o que foi dito por Santos no dia da posse e está disposto a dialogar, portanto, tudo indica que haverá boas notícias", comentou o embaixador colombiano na Argentina.
retirado do Blog da Dilma
O embaixador colombiano em Buenos Aires, Álvaro García Jiménez, disse neste domingo que a intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "foi fundamental" em busca de uma solução ao conflito entre a Colômbia e a Venezuela.
Jiménez disse à emissora Rádio 10 de Buenos Aires que Lula "foi fundamental e serviu como ponte para resolver as diferenças" entre Colômbia e Venezuela, e destacou que o secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, fez, por sua vez, "um trabalho sério e silencioso, com muito bom ânimo, foi entusiasta e criativo" para aproximar as partes.
A crise entre Bogotá e Caracas teve origem no dia 22 de julho, quando o representante colombiano na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, disse que a Venezuela dava refúgio a líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em seu território.
Depois disso, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, rompeu relações diplomáticas com Bogotá.
Tanto Kirchner quanto Lula mantiveram uma reunião com o presidente venezuelano em Caracas, antes de assistir no sábado à posse de Juan Manuel Santos como novo presidente colombiano.
"Chávez escutou o que foi dito por Santos no dia da posse e está disposto a dialogar, portanto, tudo indica que haverá boas notícias", comentou o embaixador colombiano na Argentina.
retirado do Blog da Dilma
sábado, 7 de agosto de 2010
Drummond é saudado como "um dos maiores poetas do mundo" na Flip
Ferreira Gullar participou da leitura do primeiro livro de Carlos Drummond de Andrade na Flip; na foto, o poeta no Festival da Mantiqueira (30/05/2010)
No lugar do músico Lou Reed, que cancelou sua participação na Festa Literária de Paraty, quatro poetas brasileiros foram convocados para ler “Alguma Poesia”, o primeiro livro de Carlos Drummond de Andrade, publicado há 80 anos.O livro foi lido no palco principal da Flip por Antonio Cícero, Chacal, Ferreira Gullar e Eucanaã Ferraz. Poema a poema, os versos de Drummond foram ouvidos por uma platéia atenta, que aplaudia e ria dos versos mais conhecidos da obra.Antonio Cícero classificou Drummond como “um dos maiores poetas do mundo”, no que contou com o apoio de Gullar. “Concordo com Cícero: é um dos maiores poetas do mundo”.
O escritor Carlos Drummond de Andrade, saudado como "um dos maiores poetas do mundo" na Flip em Paraty.
A leitura do livro foi interrompida brevemente, em quatro momentos, para depoimentos dos poetas sobre Drummond. “Era muito bom viver na época em que vivia um poeta como Drummond”, disse Cícero. “E é muito bom viver na época em que vive um poeta como Gullar”, completou, sendo muito aplaudido. “Não pode aplaudir uma coisa dessas”, respondeu Gullar.“Alguma Poesia” ganhou este ano uma edição comemorativa, do Instituto Moreira Salles, que reproduz em fac-símile o exemplar de Drummond, anotado, da primeira edição do livro. Os célebres versos de “No Meio do Caminho” (“no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”) foram lidos em coro pelos quatro poetas. A mesma coisa com “Quadrilha".Gullar contou que quando começou a ler Drummond ainda cometia versos parnasianos. “Foi o primeiro poeta moderno que li. Em vez de falar de um mundo idealizado, falava das coisas da vida”, disse.Chacal disse que, por conta de suas afinidades com outros poetas, na década de 70, demorou para deixar Drummond entrar na sua vida. “Mal sabia eu que por trás daqueles óculos havia um poeta muito bom de falar. Falava uma misteriosa língua que vinha de algum lugar, como um livro do Gullar. Rimou? Deixa rimar”.Ferraz, que apresenta a nova edição de “Alguma Poesia”, defendeu Drummond como “um contemporâneo da gente”. E foi além: “‘Alguma Poesia’ é superatual. Não perdemos o que há de essencial: a graça, a ironia. É um poeta extremamente moderno, jovem, que continua escrevendo livros”.Ao final, Drummond e seus quatro intérpretes foram aplaudidos de pé.
No lugar do músico Lou Reed, que cancelou sua participação na Festa Literária de Paraty, quatro poetas brasileiros foram convocados para ler “Alguma Poesia”, o primeiro livro de Carlos Drummond de Andrade, publicado há 80 anos.O livro foi lido no palco principal da Flip por Antonio Cícero, Chacal, Ferreira Gullar e Eucanaã Ferraz. Poema a poema, os versos de Drummond foram ouvidos por uma platéia atenta, que aplaudia e ria dos versos mais conhecidos da obra.Antonio Cícero classificou Drummond como “um dos maiores poetas do mundo”, no que contou com o apoio de Gullar. “Concordo com Cícero: é um dos maiores poetas do mundo”.
O escritor Carlos Drummond de Andrade, saudado como "um dos maiores poetas do mundo" na Flip em Paraty.
A leitura do livro foi interrompida brevemente, em quatro momentos, para depoimentos dos poetas sobre Drummond. “Era muito bom viver na época em que vivia um poeta como Drummond”, disse Cícero. “E é muito bom viver na época em que vive um poeta como Gullar”, completou, sendo muito aplaudido. “Não pode aplaudir uma coisa dessas”, respondeu Gullar.“Alguma Poesia” ganhou este ano uma edição comemorativa, do Instituto Moreira Salles, que reproduz em fac-símile o exemplar de Drummond, anotado, da primeira edição do livro. Os célebres versos de “No Meio do Caminho” (“no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”) foram lidos em coro pelos quatro poetas. A mesma coisa com “Quadrilha".Gullar contou que quando começou a ler Drummond ainda cometia versos parnasianos. “Foi o primeiro poeta moderno que li. Em vez de falar de um mundo idealizado, falava das coisas da vida”, disse.Chacal disse que, por conta de suas afinidades com outros poetas, na década de 70, demorou para deixar Drummond entrar na sua vida. “Mal sabia eu que por trás daqueles óculos havia um poeta muito bom de falar. Falava uma misteriosa língua que vinha de algum lugar, como um livro do Gullar. Rimou? Deixa rimar”.Ferraz, que apresenta a nova edição de “Alguma Poesia”, defendeu Drummond como “um contemporâneo da gente”. E foi além: “‘Alguma Poesia’ é superatual. Não perdemos o que há de essencial: a graça, a ironia. É um poeta extremamente moderno, jovem, que continua escrevendo livros”.Ao final, Drummond e seus quatro intérpretes foram aplaudidos de pé.
Dilma continua à frente do tucano Serra: 39% a 34%
A candidata Dilma Rousseff manteve uma vantagem de cinco pontos percentuais sobre o tucano José Serra na última pesquisa do Ibope, realizada entre os dias 2 e 5 de agosto (antes do debate na Bandeirantes) e divulgada na noite desta sexta (6) pelo Jornal Nacional da Globo. Dilma tem 39% contra 34% do ex-governador paulista, índices idênticos ao do levantamento anterior. Marina, do PV, ficou com 8% e os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somam 7% e indecisos, 12%.A diferença indica uma vantagem técnica insofismável, pois está além da chamada margem de erro admitida pelo instituto, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. A candidata petista também bate o concorrente demo-tucano no 2º turno, por 44% a 39%. No caso, brancos e nulos somam 8% enquanto 9% permanecem indecisos.Campeão da rejeiçãoSerra é o mais rejeitado entre os candidatos à Presidência: 25% (ante 24% da pesquisa anterior). Já Dilma registra 18% de rejeição (ante 19%) e Marina, 12% (ante 13%). O Ibope também questionou os eleitores quanto à crença na vitória. 46% dos eleitores acreditam que Dilma vencerá a disputa, contra 31% que creem numa vitória de Serra e 2%, na vitória de Marina. Dilma também lidera na pesquisa espontânea - quando nenhum cartão de resposta é apresentado e o eleitor indica espontaneamente sua preferência. Ela já tem 25%, Serra aparece bem atrás, com 17% e Marina com 4%. Outros nomes citados somam 4% enquanto brancos e nulos são 6%. 44% não souberam responder. A pesquisa espontânea é considerada mais consistente do que a estimulada, uma vez que esta última acaba induzindo o entrevistado a apontar um nome.Dilma tem 46% no NEA região Sul é a única onde Serra lidera, com 42% contra 34% de Dilma. Marina tem 5%. No Sudeste já há empate entre os dois: 35% cada um. Marina fica com 8%. Já o Nordeste é a região que apresenta a mais ampla liderança da petista: 46% contra 27% do tucano e 7% de Marina. No Norte/Centro-Oeste, Dilma registra 40% contra 33% de Serra e 8% de Marina. As regiões com maior número de indecisos são Norte/Centro-Oeste e o Sul, ambas com 14%.Na divisão por renda, Dilma aparece melhor entre os mais pobres. O placar entre os que ganham até 1 salário mínimo é de 44% contra 30% de Serra e 4% de Marina. Entre quem ganha de 1 a 2 mínimos, há empate entre Dilma e Serra: 36% para cada. Marina aparece com 7% nesse grupo. Na faixa que vai de 2 a 5 mínimos, Dilma tem 41%, Serra, 30% e Marina, 10%. Já Serra lidera entre quem ganha mais de 5 salários mínimos: 40% contra 36% de Dilma e 9% de Marina. As maiores porcentagens de indecisos estão entre quem ganha até 1 mínimo (15%) e entre 1 e 2 mínimos(14%).Empate entre as mulheresNo detalhamento por sexo, Dilma lidera entre os homens por 10 pontos de vantagem: 43% a 33%. Entre as mulheres, a situação é de empate técnico: a petista aparece com 35% e Serra com 34%. Já a candidata Marina Silva tem 7% entre os homens e 8% entre as mulheres. A maior parte dos indecisos está entre as mulheres: 14% a 9%. Na análise por idade, Dilma lidera em todas as faixas etárias, tendo seu melhor desempenho entre os eleitores que têm de 25 a 29 anos (44%). Está é também a faixa onde Marina aparece melhor (10%). Entre estes eleitores, Serra registra 33% das intenções de voto. Já Serra vai melhor ente os eleitores que têm de 16 a 24 anos e acima de 50 anos (36%), grupo em que Dilma registra 39% e Marina, 4%. Ainda na faixa etária dos 16 aos 24, Dilma tem 39% e Marina, 8%. No grupo de 30 a 39 anos, Dilma tem 39%, contra 34% de Serra e 8% de Marina. Entre os eleitores que têm de 40 a 49 anos, Dilma lidera com 34%, Serra tem 30% e Marina, 9%.Governo LulaNo quesito escolaridade, Dilma tem seu melhor desempenho entre os eleitores que têm até a quarta série do ensino fundamental e entre a quinta e a oitava série: 40% em ambas. Já Serra aparece com 35 e 37%, respectivamente, e Marina com 2% e 5%. O grupo que tem até a quarta série também apresenta a maior porcentagem de indecisos: 16%. Dilma também lidera entre os eleitores com ensino médio: 39% a 33% de Serra e 10% de Marina. Entre os que têm curso superior, há empate técnico: 32% de Dilma contra 31% de Serra. É nessa faixa também que Marina aparece melhor: 18%.O Ibope também pesquisou a popularidade do atual governo. Para 75% dos entrevistados, o governo Lula é ótimo ou bom - houve uma pequena oscilação em relação à pesquisa anterior, quando esse índice atingiu 77%; 19% avaliam o governo como regular e apenas 4% como ruim ou péssimo. 85% dos eleitores disseram aprovar a maneira como Lula governa o Brasil, mesmo índice da pesquisa anterior. A nota média continua em 7,9.O Ibope realizou 2506 entrevistas com eleitores de 173 municípios de todo o País. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro estimada é de 2%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 21697/2010.O que dirá o Datafolha?Todos os institutos de pesquisa (Vox Populi, Ibope e Sensus) sinalizam a crescente vantagem de Dilma. A exceção é do Datafolha, ligado ao jornal Folha de São Paulo, da família Frias, que está seriamente engajada na campanha demo-tucana e já não consegue mascarar tal fato. O contraste entre os números do Datafolha em relação aos outros institutos não encontra explicação plausível na ciência, uma vez que foge consideravelmente à margem de erro. Isto justifica as dúvidas sobre a idoneidade do levantamento e as insinuações de manipulação. Parece claro que o jornalão dos Frias tem o rabo preso com o candidato da direita.Cresce, com isto, a curiosidade sobre a próxima pesquisa Datafolha, que deve ser divulgada na semana que vem. Parece provável, conforme observou o jornalista Mino Carta, que o instituto dos Frias vai se dobrar à realidade dos fatos. “Não me surpreenderei se o Datafolha começar uma operação de pouso em proveito de sua credibilidade”, afirmou o editor da revista Carta Capital em comentário reproduzido pelo Vermelho. Pois é do conhecimento até do mundo mineral que a candidatura de Dilma Rousseff continua em ascensão e a de José Serra em queda. As próximas pesquisas devem confirmar a tendência [o que já ocorreu com o Ibope]. Será possível que a discrepância entre o Datafolha e os demais institutos não comece a encolher?”É o que veremos.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Debate na Band: Dilma se supera.
O primeiro debate entre os candidatos às eleições presidenciais de 2010, ocorrido na noite desta quinta-feira (5) na TV Bandeirantes, confirmou um prognóstico feito pelo presidente Lula: o de que a oposição perderia seu último trunfo ao apostar num desempenho ruim da candidata petista Dilma Rousseff. Ao contrário do que previam a oposição e setores da mídia, Dilma, apesar do nervosismo típico de estreante, foi bem, e, assim, ajudou a desmontar mais uma lenda criada pelos oposicionistas.
Primeiro debate entre os quatro principais presidenciáveis teve pouca audiência e não abordou grandes polêmicas, mas serviu para testar cada um dos candidatos
Baixa audiência
O debate da Band é o primeiro de uma série de quatro eventos do mesmo gênero que devem ocorrer na TV aberta. Os outros três debates do primeiro turno devem ser os da RedeTV (12 de setembro), Record (28 de agosto) e Globo (30 de agosto).
Concorrendo com a semifinal da Copa Libertadores, o debate da Bandeirantes patinou na audiência. Durante as mais de duas horas de transmissão do confronto entre os candidatos, a emissora alcançou, no máximo, 5,5 pontos de audiência, empatando em quarto lugar com a Rede TV!. Na média, a audiência do debate ficou bem abaixo disso: 1,8 a 1,9 pontos. A Globo, que transmitiu o jogo entre São Paulo e Inter teve uma média de 36,9 pontos. A média da Record foi de 7,4, segundo levantamento Ibope. Os números consolidados devem ser divulgados na manhã de hoje.
O debate foi mediado pelo jornalista Ricardo Boechat. No total, 210 jornalistas compareceram para cobrir o evento, que também foi transmitido ao vivo pela Rádio Bandeirantes e teve cobertura online em vários portais e redes sociais.
Acompanharam os presidenciáveis no primeiro debate: Indio da Costa (DEM), candidato a vice na chapa de José Serra, Michel Temer (PMDB), vice de Dilma Rousseff, Guilherme Leal (PV), vice de Marina Silva, José Eduardo Dutra, presidente nacional do PT, Sérgio Guerra, presidente do PSDB; a primeira-dama Marisa Letícia, esposa do presidente Lula; os candidatos paulistas Geraldo Alckmin, Aloísio Mercadante, Aloysio Nunes, Orestes Quércia, Netinho de Paula, Marta Suplicy, e o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, entre outros.
Oportunidade perdida para Serra
Serra entrou no debate com a missão de vencer e comprovar que sua "experiência" faria a diferença. Mas não deu muito certo. Pelo contrário, o tucano mostrou-se perdido em vários momentos, fugiu de polêmicas, não teve coragem de repetir os ataques à sua principal adversária como vinha fazendo dias antes e mostrou menos “conteúdo” do que seus aliados esperavam. A comprovação de que as coisas não foram muito felizes para a oposição pode ser medida pela reação do marqueteiro de Serra, Luiz Gonzalez, que saiu dos estúdios da Band com cara de poucos amigos.
Por mais que seus apoiadores entupam a internet com “avaliações” que tentam desqualificar a oratória de Dilma e enaltecer o “preparo” de Serra, foi o tucano quem protagonizou mais momentos constrangedores durante o debate. Por duas vezes, Serra teve que pedir que repetissem a pergunta para ele, pois não estava prestando atenção. Ficou circulando de um lado para outro (as câmeras não mostraram, mas na internet a informação foi muito enfatizada), esqueceu o que estava dizendo em dois momentos e ao elencar três órgãos do corpo humano que representariam os temas educação, saúde e segurança, escolheu o “intestino” para representar um deles.
Tanto Dilma quanto Serra extrapolaram no tempo de algumas respostas e tiveram o áudio de seus microfones cortados.
Treinamentos melhoraram desempenho de Dilma
Elegante, com uma blusa branca rendada, Dilma chegou sorridente aos estúdios da Band e saiu um pouco apreensiva, mas revelando confiança no próprio desempenho.
A candidata petista entrou no primeiro debate eleitoral de sua vida sem o compromisso de “vencer” o confronto. O comando da campanha esperava dela, apenas, que não cometesse erros graves. E ela cumpriu este objetivo. Não brilhou, como gostariam alguns de seus apoiadores. Atrapalhou-se em algumas respostas, mas certamente saiu do debate maior do que entrou.
Dilma dedicou-se, nos últimos dias, a se preparar para o evento. Revisou informações e números do governo, teve aulas de oratória e, com isso, conseguiu superar sua conhecida dificuldade de falar em público. Quem já teve a oportunidade de ver a performance sofrível de Dilma em eventos públicos pré-campanha sabe que no debate desta quinta-feira a ex-ministra se superou e melhorou bastante. Apesar do nervosismo visível, não deixou pergunta sem resposta, apresentou dados concretos, foi feliz na defesa das conquistas do governo Lula e na demonstração de que continuará sua obra. Transmitiu confiança na determinação de combater a pobreza e fomentar o progresso do Brasil. E, o mais importante, soube explorar bandeiras e temas que são do interesse da maioria dos brasileiros como emprego, direitos sociais, Luz para Todos, defesa do SUS, agricultura familiar.
Nas declarações finais, Dilma fez um discurso bem construído, enfático e levemente emocional, como recomendam os especialistas em marketing político. Lembrou de mencionar o protagonismo das mulheres na política e enalteceu as mudanças promovidas pelo governo Lula.
Plínio acende, Marina apaga
Os outros participantes do debate, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Marina Silva (PV) cumpriram o papel que parece estar destinado a eles nestas eleições: o de coadjuvantes numa disputa plebiscitária entre o campo progressista representado por Dilma e pelo atual governo e o campo da direita, representado por Serra e pela aliança demo-tucana que governou o país durante os dois mandatos de FHC.
Sem ter nada a perder, o candidato do PSOL soltou-se. Logo no início, questionou o isolamento que a mídia promove contra os candidatos de pequenos partidos. Com uma postura despojada e tiradas irônicas, Plínio conseguiu aparecer, agradou ao público jovem que acompanhava o debate pela internet e seu nome acabou alçado ao Trending Topics do Twitter. Plínio foi responsável pelos poucos momentos divertidos do debate, como quando chamou Marina de “ecocapitalista” e José Serra de “hipocondríaco”. Mas se o despojamento trazido por Plínio neste primeiro debate soou como novidade e trouxe alguma graça ao tom morno do encontro, não se pode garantir que nos próximos debates, esta postura continuará agradando. Ela não será mais novidade e se exagerar no tom seu comportamento pode acabar sendo interpretado como grosseiro e arrogante, traços de personalidade que os eleitores rejeitam fortemente. Seja como for, o radicalismo de sua plataforma de governo deve barrar qualquer chance do candidato do PSOL deslanchar nas pesquisas ou mesmo alcançar o patamar conquistado por Heloisa Helena em 2006.
Marina Silva, por sua vez, manteve uma postura acanhada, conciliadora demais –tentando agradar governo e oposição-- o que não permitiu que ela se destacasse no debate. Em alguns momentos, a candidata do PV serviu apenas de ponte para uma tabelinha amistosa com Dilma e Serra e, para surpresa de muitos, Marina acabou travando embate mais ríspido com Plínio, do PSOL, partido que, no início da corrida eleitoral cogitou apoiar a senadora acriana.
Utilizando um discurso muito protocolar, cansativo, e abordando temas de pouco interesse geral, a ex-ministra do Meio Ambiente não empolgou e caso mantenha essa toada será muito difícil para ela alcançar o objetivo de se transformar numa “terceira via” competitiva nestas eleições.
Grandes temas ficaram de fora
A primeira pergunta feita aos candidatos envolvia temas sugeridos pelos eleitores através da internet e versava sobre educação, saúde e segurança. Acabaram sendo os temas principais de todo o debate. Outros pontos agregados a estes e que ganharam algum destaque foram emprego, desenvolvimento industrial e reforma agrária.
“Foi um debate morno que versou sobre temas corriqueiros. As regras engessadas não favoreciam a luta de ideias. Parecia um debate de candidatos a prefeitos. As grandes questões nacionais não apareceram, não houve polêmicas sobre as questões de fundo da sociedade brasileira, não ficaram nitidamente demarcadas as ideais-força da campanha”, opinou José Reinaldo Carvalho, secretário nacional de Comunicação do PCdoB, após o debate.
SUS x mutirões / APAE x professores / Latifúndio x agricultura familiar
O que mais se aproximou de uma grande polêmica durante o debate foi a discussão travada entre Serra e Dilma a respeito da saúde. Enquanto Dilma reafirmou diversas vezes que irá fortalecer o SUS –bandeira primordial do movimento de Saúde—Serra ficou insistindo na questão dos mutirões de saúde.
O tucano também insistiu bastante no suposto abandono das Apaes pelo governo federal, um tema de interesse restrito. Dilma rebateu o argumento do tucano e ao falar de educação deu ênfase à necessidade de investir nos professores, abrangendo um público bem mais amplo.
A petista também conseguiu encostar o adversário na parede ao tratar da geração de empregos. Mas Dilma perdeu uma ótima oportunidade de desancar Serra quando surgiram no debate os temas privatizações e o legado de FHC. Neste quesito, Serra conseguiu tirar uma casquinha dolorida da campanha adversária ao lembrar que o petista Antonio Palocci, quando foi ministro da Fazenda, “não se cansava de elogiar a política econômica do governo Fernando Henrique”.
Por outro lado, o tucano se embananou ao responder sobre indústria naval e o programa Luz para Todos. Dilma incluiu estes dois assuntos no debate numa tentativa de arrancar de Serra a admissão de que o governo Lula avançou nestes temas. E conseguiu.
Dilma também conseguiu responder bem ao candidato do PSOL e a Serra quando enfatizou a importância da agricultura familiar ao abordar o tema da reforma agrária. Mas, por outro lado, não foi muito feliz ao responder as acusações de Serra sobre aparelhamento do governo e crise nos Correios. A petista poderia, neste momento, ter sido mais objetiva, mais incisiva e mostrar a hipocrisia dos tucanos que nunca deixaram de aparelhar as estruturas governamentais que administraram, além de terem sucateado empresas estratégicas para depois privatizá-las.
Nesta sexta-feira (6), haverá ampla repercussão do debate, com cada opinante tentando puxar a sardinha pro lado de seu candidato. Mas numa avaliação todos terão que concordar: Dilma revelou que não é o poste que a mídia e a oposição pintavam e Serra perdeu a oportunidade de se mostrar como “o mais preparado”.
Além disso, a partir de agora, cai por terra a acusação recorrente de que a candidata de Lula foge do debate. Dilma não fugiu deste, saiu maior do que entrou no primeiro confronto e espera-se que nos próximos debates os temas de maior relevância e polêmica deixem claro para os brasileiros quem é a representante do avanço e quem representa o atraso.
Licença maternidade de 180 dias: bom para a mulher e as crianças
É antiga a luta pelo reconhecimento da responsabilidade de toda a sociedade pela saúde, segurança e bem-estar das mães e crianças. Ela começou nos EUA, quando a professora Bridget Peixoto (uma americana de origem portuguesa) foi demitida de uma escola da rede pública da cidade de Nova York quando seu filho nasceu, em 1913. Inconformada, ela processou a escola e conseguiu a reintegração em seu cargo em 1915, uma vitória que significou o reconhecimento do direito à licença por gravidez, que logo se espalhou pelo mundo.
No Brasil, ele foi introduzido pela Consolidação das Leis do Trabalho (1943), que estabeleceu a licença maternidade de 12 semanas (três meses), período em que a mulher tinha direito ao salário integral, que era pago pela empresa e não pela Previdência Social, que passou a arcar com este custo a partir de 1974.
Em 1988, a nova Constituição ampliou a licença maternidade para cento e vinte dias (16 semanas, ou quatro meses) e definiu como direito social a proteção à maternidade e à gestante (art. 201). Nova ampliação do prazo da licença ocorreu em 2008, quando foi aprovada a Lei 11.770 que adotou aquilo que muitos estados e municípios já concediam para suas funcionárias públicas: a licença maternidade de 180 dias (seis meses) cuja extensão a todas as trabalhadoras foi agora aprovada pelo Senado.
Esta conquista poderá alinhar o Brasil no pelotão de frente da proteção à maternidade, embora ainda longe do campeão, a Suécia, onde o afastamento (remunerado com salário integral) é de 68 semanas (17 meses, ou quase um ano e meio).
Na Austrália, o afastamento é de um ano, mas não há remuneração. Na Espanha, são 16 semanas (quatro meses), e a remuneração corresponde a apenas 75% do salário. Na França, são 16 semanas com 84% do salário; Holanda, 16 semanas e salário integral; Alemanha, 14 semanas e salário integral. Na Argentina, 12 semanas (três meses) e salário integral. Já nos EUA, são 12 semanas não remuneradas.
A mudança que está a caminho no Brasil é uma conquista social da mais alta importância. Em primeiro lugar, ela amplia o reconhecimento de que a tarefa de "embalar Mateus" é de mães, pais e de toda a sociedade. Alguns dados da Sociedade Brasileira de Pediatria ressaltam a importância deste significativo avanço social: o aleitamento materno regular durante seis meses reduz em 17 vezes as chances da criança contrair pneumonia; em 5,4 vezes a possibilidade de anemia; em 2,5 vezes a ameaça de crises de diarréia.
É um benefício para a mulher e, principalmente, para seus filhos que formarão as novas gerações de brasileiros em condições mais saudáveis.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Vamos Ocupar a Praça da República!
Camaradas,
Chegou a hora de avermelhar a Praça com a marca do PCdoB na campanha do Jorge Panzera 6565 a Deputado Federal.
Chegou a hora de avermelhar a Praça com a marca do PCdoB na campanha do Jorge Panzera 6565 a Deputado Federal.
Estamos convidando você para participar de uma animada bandeirada na Praça da República.
Dia: 08/08/2010 (Domingo)
Horário: 9 horas
Local: Em Frente ao Bar do Parque
PS: vamos todos de camisa do glorioso PCdoB.
Contamos com você!
Confime sua presença pelos emails de:
Márcia Pinheiro: marciapinheiro65@hotmail.com
Rodrigo Moraes: rodrigoune@hotmail.com
Comitê Jorge Panzera.
Av.Conselheiro Furtado
nº2959, esquina com a 14 de abril, altos
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Eleitor tem até 23 de setembro para pedir segunda via de título
O eleitor que perdeu ou teve o título extraviado pode pedir uma segunda via do documento até o dia 23 de setembro, em qualquer cartório eleitoral do país. Nessas eleições será obrigatória a apresentação do título e de um documento oficial com foto para votar.
Como documento oficial serão aceitos a carteira de identidade ou documento de valor legal equivalente (identidade funcional), carteira de trabalho ou de habilitação com foto e certificado de reservista. Já as certidões de nascimento ou casamento não serão admitidas como prova de identidade.
Só podem pedir a reimpressão os eleitores que já tinham ou pediram o título até 5 de maio, data em que foi fechado o cadastro eleitoral de 2010.
Como documento oficial serão aceitos a carteira de identidade ou documento de valor legal equivalente (identidade funcional), carteira de trabalho ou de habilitação com foto e certificado de reservista. Já as certidões de nascimento ou casamento não serão admitidas como prova de identidade.
Só podem pedir a reimpressão os eleitores que já tinham ou pediram o título até 5 de maio, data em que foi fechado o cadastro eleitoral de 2010.
CANDIDATURA DE JOAQUIM RORIZ NO DF É BARRADA PELA FICHA LIMPA
O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral) barrou a candidatura de Joaquim Roriz (PSC), favorito na disputa pelo governo distrital, por conta da Lei da Ficha Limpa.
Por 4 votos a 2, o tribunal entendeu que a lei vale para quem já renunciou, antes mesmo da Ficha Limpa ter sido promulgada em julho deste ano. Roriz completa nesta quarta-feira 74 anos e, pelo entendimento do TRE-DF, está inelegível até 2022.
Jader Barbalho e Paulo Rocha tiveram suas candidaturas deferidas pelo TER-PA.
Por 4 votos a 2, o tribunal entendeu que a lei vale para quem já renunciou, antes mesmo da Ficha Limpa ter sido promulgada em julho deste ano. Roriz completa nesta quarta-feira 74 anos e, pelo entendimento do TRE-DF, está inelegível até 2022.
Jader Barbalho e Paulo Rocha tiveram suas candidaturas deferidas pelo TER-PA.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Cuba anuncia medidas para atualizar modelo econômico
O presidente de Cuba, Raúl Castro, anunciou, no domingo (01), várias medidas para atualizar o modelo econômico de Cuba. Em discurso na Assembleia Nacional, ele divulgou um plano que prevê a redução dos empregos estatais e a ampliação daqueles por conta própria. Raúl ressaltou a unidade da revolução e reafirmou que o caráter socialista do sistema político e social de Cuba é irrevogável. Falou sobre a recente libertação de 21 presos e disse que "na essência, nada mudou" entre a ilha e os EUA.
No discurso, pela primeira vez, o presidente cubano, referiu-se às recentes libertações de 21 contrarrevolucionários, presos em Cuba em 2001. "Por decisão soberana e em observância rigorosa às nossas leis, nos últimos dias, foi concluída a libertação e saída do país dos primeiros 21 reclusos contrarrevolucionários, dos 53 sancionados em 2003 por crimes contra a segurança do Estado", disse. "Cabe recordar que nenhuma dessas pessoas foi condenada por suas idéias, como têm feito parecer as brutais campanhas de difamação contra Cuba, em diferentes regiões do mundo. Como ficou irrefutavelmente comprovado no ato do julgamento, todos tinham cometido crimes punidos com nossas leis, atuando como agentes do governo dos Estados Unidos e de sua política de bloqueio e subversão", explicou o presidente da ilha. Ele resgatou que, em 2003, o então presidente dos EUA, George W. Bush, proclamava a mudança de regime em Cuba e ameaçava diretamente a segurança nacional da ilha, chegando inclusive a designar publicamente um interventor para administrar o país após ser ocupado. "Como consequência, nasceram dezenas de planos de desestabilização interna e de sequestro de aviões e barcos, que tivemos que enfrentar com muita firmeza, com base no estrito respeito pela lei"."A Revolução pode ser generosa porque é forte (...) Consequentemente, não é em vão que lembramos que não haverá impunidade para os inimigos da pátria, para aqueles que tentam pôr em perigo a nossa independência", declarou Raul Castro no encerramento da sessão bianual do Parlamento.
No discurso, pela primeira vez, o presidente cubano, referiu-se às recentes libertações de 21 contrarrevolucionários, presos em Cuba em 2001. "Por decisão soberana e em observância rigorosa às nossas leis, nos últimos dias, foi concluída a libertação e saída do país dos primeiros 21 reclusos contrarrevolucionários, dos 53 sancionados em 2003 por crimes contra a segurança do Estado", disse. "Cabe recordar que nenhuma dessas pessoas foi condenada por suas idéias, como têm feito parecer as brutais campanhas de difamação contra Cuba, em diferentes regiões do mundo. Como ficou irrefutavelmente comprovado no ato do julgamento, todos tinham cometido crimes punidos com nossas leis, atuando como agentes do governo dos Estados Unidos e de sua política de bloqueio e subversão", explicou o presidente da ilha. Ele resgatou que, em 2003, o então presidente dos EUA, George W. Bush, proclamava a mudança de regime em Cuba e ameaçava diretamente a segurança nacional da ilha, chegando inclusive a designar publicamente um interventor para administrar o país após ser ocupado. "Como consequência, nasceram dezenas de planos de desestabilização interna e de sequestro de aviões e barcos, que tivemos que enfrentar com muita firmeza, com base no estrito respeito pela lei"."A Revolução pode ser generosa porque é forte (...) Consequentemente, não é em vão que lembramos que não haverá impunidade para os inimigos da pátria, para aqueles que tentam pôr em perigo a nossa independência", declarou Raul Castro no encerramento da sessão bianual do Parlamento.
Serra para o lugar de Uribe?
O desprezo pelos governos populares da América do Sul e a total submissão aos interesses econômicos e estratégicos dos EUA no continente foram marcas registradas do governo Uribe e podem ser também marcas de um eventual governo Serra. Isso está no DNA da coligação demotucana. Maurício Thuswohl
sábado, 31 de julho de 2010
CAMPANHA NA PRAÇA DA REPÚBLICA !!!
Atenção camaradas!No próximo domingo, 1º de Agosto, a partir das 09 horas, faremos o lançamento de Jorge Panzera 6565 na Praça da República, em Belém.Sua presença é fundamental, venha e traga sua bandeira. Iremos ocupar a praça símbolo da república no Brasil, com um grande visual do único candidato do PCdoB-Pará a uma vaga de deputado federal.A concentração acontece no Bar do Parque. Contamos com sua participação!
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